Viajar pode ser um prazer para muitos, mas a experiência está longe de ser igual para todos. Algumas pessoas curtem cada momento no aeroporto, outras já começam a sentir o incômodo ainda no portão de embarque. A verdade é que esses pequenos detalhes moldam a jornada e podem tanto transformar o trajeto em algo memorável quanto em um verdadeiro desafio de paciência. Será que conforto é apenas uma questão de poltrona macia? Ou está mais ligado aos detalhes sutis, às nossas escolhas e até ao silêncio do nosso vizinho de assento? Descubra agora 12 dados reais sobre preferências e incômodos que fazem toda a diferença em viagens, segundo pesquisas recentes de comportamento e opinião.

O que incomoda de verdade nos espaços compartilhados?
Se tem algo que une passageiros nos terminais é o desconforto provocado pela proximidade excessiva de outros. Uma pesquisa recente mostra que 39% dos adultos do Reino Unido consideram a ausência de espaço pessoal o maior incômodo quando estão em aeroportos ou estações.
- Falta de espaço pessoal: 39%
- Barulho alto: 32%
- Dificuldade em se localizar: 25%
- Conversar com desconhecidos: 14%
Eu só quero sentar, respirar e esperar meu voo em paz.
Apesar disso, há quem veja beleza até no caos do aeroporto. Mas é fato: o excesso de gente e o barulho irritam mais do que qualquer fila.
O que torna a viagem confortável?
Conforto pode parecer simples, mas varia muito. Para a maioria, começa antes mesmo do embarque, prestando atenção ao próprio bem-estar.
Entre os entrevistados, 66% acreditam que roupas confortáveis são o principal segredo para viajar melhor. A lista segue assim:
- Roupas confortáveis: 66%
- Entretenimento (música, filme etc): 42%
- Lanches à vontade: 36%
- Fones de ouvido com cancelamento de ruído: 29%
- Garrafas de água reutilizáveis: 25%
- Travesseiros de pescoço: 21%
Entre os que voam cinco vezes ou mais ao ano, o uso de fones de cancelamento de ruído chega a 40%, enquanto apenas 28% dos que viajam pouco investem no acessório. Não é estranho? Quem viaja mais percebe logo o valor do silêncio.
Ainda, a Pesquisa Global de Passageiros de 2024 da IATA mostra que 68% consideram a proximidade do aeroporto fundamental no momento da escolha – conforto começa lá atrás, antes mesmo da mala entrar no carro.
Geração Z quer equilíbrio entre conforto e diversão
Vale dizer: para os adultos da geração Z, o peso de cada item é quase igual. Entre esses viajantes, 55% escolhem roupas confortáveis e 56% priorizam o entretenimento para uma experiência leve. Os mais jovens querem relaxar, mas também precisam manter a mente ocupada.
A personalização dessas escolhas é típica de quem busca controle, mesmo em ambientes caóticos. Isso mostra como o perfil do viajante está ficando mais atento ao próprio conforto – algo que empresas podem (e devem!) ouvir, seja por feedback estruturado ou métodos como escala Likert, capazes de mensurar níveis de satisfação ou incômodo.
O que fazer para passar o tempo?
Esperar no aeroporto ou no avião pode ser entediante. Mas cada pessoa inventa jeitos de transformar horas de espera em lazer (ou pelo menos tenta).
- Assistir séries ou filmes em sequência: 46%
- Comer o que quiser: 34%
- Ler livros leves: 25%
- Beber bebidas alcoólicas à vontade: 21%
- Gastar em lojas do aeroporto: 20%
Entre mulheres, leitura (31%) e compras (28%) superam os índices dos homens, que atingem 20% e 12%, respectivamente. Já homens tendem mais ao “binge-watching” (48% contra 42% das mulheres) e às bebidas alcoólicas (23% contra 18%).
Além disso, 85% dos viajantes já compraram algo nos aeroportos além de comida nos últimos doze meses, e a maioria dessas compras não foi planejada, como ilustra o levantamento da Ipsos. O ambiente do aeroporto é quase uma tentação para o consumo por impulso.

Interação social: quanto menos, melhor (na maioria das vezes)
Muita gente já sentiu medo de sentar ao lado de quem quer colocar a conversa em dia a qualquer custo. De fato, quase três em cada quatro adultos preferem pouca ou nenhuma interação com o vizinho de assento:
- Conversa breve: 44%
- Apenas aceno e sorriso: 29%
- Muita conversa: 11%
- Nenhuma interação: 14%
Gentileza é bom, mas silêncio é melhor ainda.
Entre os mais jovens (18-34 anos), 19% não querem nenhuma interação e só 35% aceitam mensagens curtas. Já entre 35 a 64 anos, 13% querem total silêncio, com 44% preferindo apenas algumas palavras rápidas. Parece que, quanto mais jovem, maior a preferência pela bolha pessoal.
Quer entender melhor esses perfis? O estudo com pesquisas qualitativas traz boas pistas sobre sentimento, comportamento e análise de nuances sutis nesse tipo de ambiente coletivo.
Assento: janela, corredor ou meio?
A escolha do assento rendeu polêmicas infinitas na internet, e não à toa. De acordo com o levantamento mais recente, 63% dos passageiros preferem a janela, 34% gostam do corredor e apenas 2% escolhem o odiado meio. Mas há diferenças importantes quando se observa a idade:
- 18-34 anos: 75% preferem janela
- 35-64 anos: 62% preferem janela
- 65 anos ou mais: 50% preferem janela
- A preferência pelo corredor sobe para 47% entre os mais velhos
Curioso pensar que, conforme a idade avança, aumenta a procura pelo assento do corredor. Vontade de levantar mais fácil ou de sentir menos “presos”? Talvez ambos.
Inclinar ou não inclinar o assento? Eis a questão
Poucos temas criam tanto desconforto oculto como o ato de reclinar o assento. O levantamento mostra o seguinte:
- 38% nunca reclinam
- 47% só reclinam em voos longos ou noturnos
- 14% reclinam sempre
Mas 68% afirmam sentir algum desconforto ao reclinar, e 57% consideram rude fazer isso em classe econômica. Por outro lado, 35% enxergam o gesto como direito do passageiro e 6% reclinam mesmo achando incômodo para os outros.
Inclinar a poltrona: liberdade dos céus ou invasão do espaço do outro?
Essas opiniões, tão divididas, sugerem que pequenas ações no coletivo produzem efeitos grandes. Saber ouvir os clientes por meio de ferramentas como a Feedelize facilita identificar o que não está funcionando e o que pode ser ajustado para oferecer mais conforto – e reduzir o risco de feedbacks negativos ou churn.
Praticidade antes de tudo
Na hora de pensar no conforto, nem tudo se refere a travesseiros e mantas. Segundo a última pesquisa da IATA, 71% dos passageiros já fazem reservas online, e 79% utilizam cartão como meio preferencial de pagamento. Facilidades como essas definem o quanto uma experiência será (ou não) leve.
Praticidade diminui o estresse. Dificuldades técnicas, filas e burocracias só atrapalham. Empresas que analisam dados retirados diretamente dos clientes, com métodos próximos dos sugeridos na pesquisa quanti-qualitativa, conseguem ajustar rotinas e processos rapidamente a favor do passageiro.
Pequenos erros, grandes incômodos
Muitas empresas ainda tropeçam, principalmente, por não olhar com carinho para as opiniões do cliente. Avaliar periodicamente o feedback dos viajantes e evitar erros clássicos de análise é o que diferencia quem realmente entrega conforto de quem apenas acha que faz isso.
Ouvir o cliente faz toda a diferença
Seja para criar serviços melhores, oferecer experiências tranquilas ou apenas provar ao passageiro que ele é ouvido, entender profundamente as preferências é o que permite que cada viagem seja confortável – ou, pelo menos, menos estressante.
A Feedelize foi pensada para ajudar empresas a ouvir, analisar e agir com inteligência sobre as opiniões reais dos seus clientes, seja no aeroporto, no avião ou na própria experiência digital. O futuro do conforto está na atenção aos detalhes e na honestidade dos dados. Se você também quer construir experiências que realmente encantam, vale conhecer as possibilidades de feedback inteligente e usar os métodos de pesquisa mais atualizados para seu negócio.
Quer transformar seu serviço ou produto e tornar a experiência de viagem inesquecível para seus clientes? Conheça a Feedelize e descubra como escutar de verdade faz diferença para crescer com inovação e menos complicação. Sua próxima viagem – ou a do seu cliente – começa pelo cuidado com o detalhe.