Grupo de adultos usando dispositivos digitais para acessar inteligência artificial

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Uso de IA cresce entre adultos; geração Z desacelera, diz estudo

O crescimento do uso de inteligência artificial (IA) segue mudando de perfil ao longo do tempo. Recentemente, observamos um movimento interessante revelado por um estudo trimestral conduzido pela SurveyMonkey entre abril e junho de 2025. Foram ouvidas 6.997 pessoas adultas nos Estados Unidos, abrangendo diversas faixas etárias e características, e o que apareceu nos dados é um retrato claro de transição e amadurecimento no modo como diferentes gerações lidam com a IA. Sempre que vemos pesquisas assim, sentimos como é fundamental entender o ritmo das tecnologias. Não apenas para estarmos atualizados, mas para saber como adaptar estratégias, como fazemos em nossos processos na Feedelize.

Panorama do crescimento: números e ritmo por geração

De acordo com o levantamento, há um aumento consistente no uso frequente da inteligência artificial entre adultos em geral. Nos últimos três meses analisados, 30% dos americanos afirmaram usar IA diariamente ou semanalmente. Este número mostra um crescimento em relação ao trimestre anterior (26%) e também supera o registrado há um ano (24%).

Trata-se de um salto expressivo? Sim, principalmente quando observamos que o percentual saltou 6 pontos percentuais em doze meses. Mas o ritmo desse avanço traz algumas surpresas quando dividido por faixas etárias:

  • Geração Z (aproximadamente 18 a 27 anos): uso frequente subiu discretamente de 36% para 38% no trimestre. Uma alta pequena, indicando certo freio após o ímpeto inicial visto no passado.
  • Millennials (28 a 43 anos): o crescimento foi de 29% para 35%. É um aumento importante e, para nós, aponta uma curva de aprendizado e incorporação mais acelerada permitindo novas oportunidades.
  • Geração X (44 a 59 anos): saltou de 24% para 30% no uso intenso. É um movimento claro de adesão.
  • Boomers e Silent Generation (acima de 60 anos): não ficaram para trás, embora a proporção continue menor.

Assim, vemos um quadro em que a geração Z, que foi a primeira a se jogar nas tendências, agora assiste a uma aproximação das demais gerações. Nosso olhar destaca justamente essa mudança no perfil do usuário constante: adultos de diferentes idades, talvez antes mais hesitantes, agora ganham confiança e espaço.

Gráfico representando o crescimento do uso de IA por gerações americanas

Uso profissional da IA em destaque

Outro ponto do estudo que ninguém pode ignorar é como a inteligência artificial está sendo adotada no trabalho. Entre os que usaram IA recentemente, 43% já incorporam a tecnologia em suas rotinas profissionais – um aumento robusto perante os 37% observados no trimestre anterior.

Esses dados mostram que a IA vai além do entretenimento ou da curiosidade tecnológica e passa a ser ferramenta de suporte real no ambiente corporativo. A seguir, os números por geração revelam mudanças importantes:

  • Geração Z: de 27% para 31% usando IA no trabalho
  • Millennials: subiu de 31% para 36%
  • Gen Xers: de 27% para 31%
  • Boomers/Silent Generation: de 13% para 19%

Vemos que todas as faixas etárias ampliaram sua presença digital profissional. Talvez o aspecto mais interessante seja notar que os avanços entre os Boomers e as gerações mais velhas, ainda que em patamar menor, são relativamente mais acelerados. Parece que certa desconfiança inicial perdeu espaço para resultados práticos no dia a dia profissional.

Essa tendência aparece também entre nossos clientes na Feedelize, principalmente quando falamos sobre automação de processos de pesquisa, análise rápida de dados e geração de relatórios de satisfação. O movimento de incorporar IA nos negócios está claramente consolidado. E para quem deseja entender mais sobre esse universo, recomendamos uma leitura sobre os métodos de pesquisa, que também vêm evoluindo com tecnologias inteligentes.

Sentimentos sobre a IA: entusiasmo, curiosidade, mas cautela

Apesar do uso crescente, as percepções dos americanos a respeito da IA continuam, em geral, marcadas por uma postura cautelosa. Entre os sentimentos relatados pelos entrevistados, temos um quadro interessante que mistura encantamento, curiosidade, indiferença e desconfiança.

Não é só sobre querer experimentar: é sobre ponderar riscos e benefícios.

Entre os principais sentimentos apontados estão:

  • Preocupação: 29%
  • Ceticismo: 27%
  • Impressionados: 27% (um leve aumento)
  • Empolgados: 19% (também levemente maior que antes)
  • Indiferença: 16%
  • Nervosismo: 15%
  • Confusão: 10%

Percebemos, portanto, que embora sentimentos positivos (impressionados e empolgados) estejam ganhando algum espaço, a preocupação e o ceticismo ainda são maioria. Faz sentido: toda tecnologia que impacta processos de trabalho, traz automações ou mudanças de rotina tende, mesmo, a provocar inquietação antes de conquistar confiança ampla.

Outra observação interessante: a indiferença e o nervosismo mantêm percentuais consideráveis. Gostamos de pensar que, para muitos, essas sensações se transformam ao longo do tempo em maior aceitação, desde que haja informação e exemplos práticos. Aqui também vemos como um projeto de experiências digitais, como a Feedelize, pode ajudar desmistificar a IA para equipes de diferentes perfis.

Amostra e metodologia do estudo: por que confiar nesses dados?

Quando falamos de pesquisa, estamos sempre atentos ao rigor dos levantamentos. E nesse caso, a metodologia aplicada nos parece sólida e confiável. O estudo ponderou amostras por critérios como idade, raça, sexo, escolaridade e localização, ajustando os dados para os padrões do Censo americano.

Além disso, o erro amostral estimado ficou entre 1 e 1,5 ponto percentual, o que confere boa margem de confiança às variações divulgadas. A cada trimestre, a pesquisa repete o formato, permitindo não só o retrato do momento, mas o acompanhamento de tendências ao longo do ano. Isso reforça a ideia de consistência nos dados e reduz efeitos de possíveis oscilações momentâneas.

Para quem gosta de entender metodologias de pesquisa, sugerimos expandir o olhar em materiais como pesquisas quanti e qualitativas ou até revisitar os principais tipos de pesquisa existentes. Todo esse cuidado, aliás, é algo que buscamos replicar sempre que conversamos com nossos próprios clientes sobre como coletar e interpretar feedback real do mercado.

Entrevistados de diferentes idades participando de pesquisa sobre IA

Uma mudança de era: da curiosidade ao uso consolidado

Se há alguma mensagem central do estudo, é que a IA deixou de ser só uma curiosidade dos mais jovens ou dos aficionados por tecnologia. Hoje, boa parte das decisões diárias, profissionais e pessoais, já passa pelo crivo de ferramentas automatizadas, análises rápidas e soluções movidas por inteligência de dados. Ao observar o comportamento dos adultos de diferentes faixas etárias, encontramos pistas valiosas sobre como construir experiências melhores e mais engajadoras.

Nossa vivência com a Feedelize aponta para a mesma direção: nunca foi tão fácil, para empresas de diversos tamanhos, integrar ferramentas de análise automática, medir satisfação e aplicar insights digitais para melhorar resultados. Por isso, defendemos conhecer bem o perfil do público, avaliar suas necessidades e personalizar a estratégia de adoção de IA. Afinal, tecnologias digitais crescem rápido, mas só fazem sentido se resolverem problemas reais – e forem aceitas com clareza e confiança pelas pessoas.

O que podemos aprender com essa evolução?

No nosso entendimento, há lições valiosas tanto para empresas quanto para profissionais:

  1. A pesquisa de mercado é poderosa para entender mudanças de comportamento e direcionar inovações de forma mais assertiva.
  2. O crescimento do uso profissional da IA reforça a necessidade de constante atualização e treinamento das equipes.
  3. O ritmo das gerações desafia empresas a construírem experiências digitais inclusivas – que acolham quem tem dúvidas e também quem busca complexidade.
  4. Mesmo diante do hype, manter a escuta ativa das preocupações dos usuários é o que faz a diferença para gerar confiança, reduzir indiferença e, naturalmente, engajar novos públicos.

Vários desses raciocínios aparecem também nas metodologias de pesquisas quantitativas e em estratégias de coleta de feedback automatizado. Para nós, faz muita diferença poder apoiar empresas nesse processo de escuta genuína dos clientes, inclusive, com o apoio da própria inteligência artificial.

O futuro já começou… devagar para alguns, acelerado para outros

O estudo trimestral reforça: cada geração encontra seu ritmo, mas todas estão, de fato, mais próximas da inteligência artificial no seu cotidiano. O aumento do uso da IA por adultos mostra que a cultura digital não é privilégio de uma faixa etária. A cautela e o ceticismo seguem presentes, e talvez não vão sumir tão cedo. Mas cada nova experiência positiva vai, pouco a pouco, transformando a relação com a tecnologia.

Se a sua empresa busca também ouvir seus públicos, interpretar sinais e tomar decisões de modo mais claro, conheça a Feedelize. Entenda, em minutos, o que seus clientes pensam e como a inteligência artificial pode melhorar cada etapa da experiência. O futuro está à sua espera – e queremos caminhar junto com você. Experimente agora!

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